terça-feira, 16 de agosto de 2011

Anarquia no Reino Unido


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Filmes da semana* (31/07 a 06/08)

O carro chefe desse blog (pelo menos pra mim) é essa sessão, que está de volta, mas com uma mudança, ao invés de sair na quarta, sairá no domingo (ou segunda), pra melhor maximizar meu tempo.





Intriga Internacional (North by Northwest, EUA, 1959, Dir.: Alfred Hitchcock, 131 min): Afred Hitchcock é o Diretor que mais emplacou pôsteres aqui nessa sessão; e não é à toa, afinal de contas é um dos melhores diretores do todos os tempos (meu 2° preferido); e em "Intriga Internacional" Hitchcock volta a um de seus temas favoritos, o do homem comum que pelo acaso é jogado em situações impossíveis. Isso tem uma razão, é pra fazer você, o espectador, se identificar com o personagem principal, fazê-lo imaginar como se sentiria se fosse você naquela situação. No mais, Hitchcock exibe mais uma vez sua costumeira habilidade em construir cenas de suspense e ação, como a fantástica cena do avião e a do Monte Rushmore. Cary Grant e Eve Marie Saint fazem um trabalho habilidoso, pode-se constatar isso pelo fato de que a rapidez com que o casal se forma não causa estranheza em nenhum momento. Destaque final pra TRILHA de Bernard Herrmann, que simplesmente não sai da sua cabeça. 5 estrelas.


Red - Aposentados e Perigosos (Red, EUA, 2010, Dir.: Robert Schwentke, 111 min): O que se pode dizer sobre "Red" é que ele é um filme divertido, nada mais que isso; contando com um elenco estelar (Bruce Willys, Morgan Freeman, Helen Mirrem, John Malkovich além de participações de Ernest Borgnine e Richard Dreyfuss) o filme tem cenas absurdas de ação misturadas com outras nem tanto; aliás, a sequência de sequestro parece mais uma sequência de um Heist movie do que uma sequência de ação propriamente dita; mas enfim, o filme vale à pena pelo John Malkovitch. 3 estrelas.


Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger, EUA, 2011, Dir.: Joe Johnston, 124 min): "Capitão América" é mais um dos filmes da Marvel em que nos é apresentado um heroi que mais tarde irá formar os Vingadores (A Liga da Justiça da marvel). O Capitão América foi originalmente concebido na época da 2ª Guerra Mundial, como forma de valorização dos EUA e incentivo para seus soldades, em suma, é uma propagaganda de guerra em forma de Gibi, e nessa lógica, é interessante ver como o Caveira Vermelha (seu arqui-inimigo nazista) é uma criatura que se assemelha fisicamente muito a um diabo, mostrando a demonização dos nazistas. Assim, é bom notar que esse filme ocorre durante a 2ª Guerra Mundial, época própria ao Capitão América, o triste é notar que as partes mais interessantes do filme ocorrem justamente antes de Steve Rogers se transformar em Capitão América, em que ele é um sujeito franzino (viva a computação) e bondoso; depois disso é meio que ladeira abaixo, as cenas de ação são bem, beeeeem mais ou menos, e a história parece não encaixar, pelo menos srve pra ver um pouco o Howard Stark. Resta a esperança que o filme dos Vingadores (Mark Ruffalo como Hulk? sei não) ser bom. 3 estrelas.


Um Crime de Mestre (Fracture, EUA/Alemanha, 2007, Dir.: Gregory Hoblit, 113 min): Ao ver que foi traído, homem mata sua esposa e é preso, e um jovem e talentoso promotor, prestes a abandonar o cargo deve conduzir seu julgamento, mas nada consegue provar que o esposo matou a mulher. Apesar dessa interessante premissa, ao chegarmos ao fim do filme vemos que muito do que aconteceu se deu à coincidência ou sorte, e, apesar de num filme um elento ou outro precisar ser extrapolado, aqui o recurso é aplicado à exaustão, ademais, o personagem principal é inteligentíssimo, e parece injustificado as provocações que faz ao promotor, que reconhece ser inteligente, sendo mais algo que o roteiro exige do que algo que alguém na posição dele faria. Anhony Hopkins está seguro como sempre e Ryan Gosling cumpre bem seu papel, mas o filme não dá liga. Uma pena. 3 estrelas.


Você Não Conhece o Jack (You Don't Know Jack, EUA, 2010, Dir.: Barry Levinson, 134 min): Filme feito para a TV é de tamanha qualidade que me espanta que ninguém tenha tentado fazer isso pro cinema antes. Vemos a história de Jack Kevorkian, também conhecido como Dr. Morte, que auxilia doentes terminais a cometerem suício e terem uma morte mais decente. Interpretado por Al Pacino de forma maestral (e como é bom ver Al pacino atuando bem novamente), seu Jack Kervokian é um sujeito inteligentíssimo, mas isso acaba levando ele pra uma certa soberba que atrapalha em seus relacionamentos humanos, parecendo estar sempre a ponto de explodir (menos quando está com seus pacientes). O filme ainda é interessante ao mostrar a questão da eutanásiasem ser apelativo ao apelar para um lado, o que interessa aqui é Jack Kevorkian. 4 estrelas.


Ao Mestre, Com Carinho (To Sir, with Love, Reino Unido, 1967, Dir.: James Clavell, 105 min): Você já viu algum filme em que um professor/diretor chega numa escola em que os alunos são meio barra-pesada e que ninguem põe fé, mas esse professor/diretor consegue mudar as coisas? Pois é, "Ao Mestre, Com Carinho" foi o primeiro deles. Aqui Sidney Poitier é um professor (de TODAS as matérias) que consegue mudar uma classe de alunos indesejados na Inglaterra. Apesar de ser um bom filme, a verdade é que ele está meio datado, como pela inserção por 4 vezes da música "To Sir, With Love", e de momentos como o da edição da viagem ao museu. Em outros momentos a história não flui de maneira orgânica, como na transformação final do último aluno que resitia ao professor, e como uma pessoa formada em engenharia da comunicação consegue emprego de professor pra dar aula em todas as matérias?. Por outro Lado, Poitier encarna muito bem seu professor, uma pessoa que já foi pobre e que conseguiu se educar, sendo um homem paciente, educado e limpo (assistam ao filme e entenderão), mas enfim vc acredita na integridade do personagem, méritos pra Poitier. 3,5 estrelas.


A Fita Branca (Das weiße Band - Eine deutsche Kindergeschichte, Alemanha/Áustria/França/Itália, 2009, Dir.: Michael Haneke, 144 min): Haneke é um diretor que gosta de causar desconforto, e que em seus filmes procura levantar mais questões do que respondê-las, pois o importante é a discussão, não as respostas. Em "A Fita Branca" estranhos eventos acontecem num vilarejo da Alemanha, em um período de um ano antes da 1ª Guerra Mundial; um médico é derrubado de seu cavalo por um arame devidamente colocado por este fim, uma jovem criança é espancada, um garoto com retardo mental é surrado à quase cegueira, celeiros pegam fogo, entre outros, deixando à população local assustada. O interessante é notar que, à exceção do Professor e, talvez, do mais jovem filho do Pastor, todos os personagens do filme tem algo de ruim e sombrio em si, e os eventos que acontecem (segundo a análise da minha irmã que faz psicologia) é uma forma de transferir a punição à alguém mais fraco e também a alguém que tem defeitos, num círculo vicioso, os mais fortes punem e os mais fracos procuram alguém mais fraco ainda para punirem. A coisa chega a um ponto tal que eu, particurlamente, acreditei que a moça que o professor namorava, também tinha um devio moral, já que, como já dito, todos são ruins, e apesar de nada ser mostrado contra a moça, não significa que ela seja certinha. Vale à pena comentar também a fotografia, que em Preto e Branco, e com a sucessiva utilização de espaços apertados e escuros, causa no espectador a sensação de claustrofobia e desconforto que se deseja transferir. Por fim, vale o comentário de que as crianças do filme serão a geração de nazistas da Alemanha da 2ª Guerra, e aqui cabe a discussão, aquele mundo perverso gerou pessoas perversas, no mundo atual, isso não poderia acontecer de novo? Acontecimentos como o Atirador da Noruega, me levam a crer que sim. 5 estrelas.



*Os filmes da semana são mini-críticas, altamente pessoais e subjetivas, sobre os filmes que eu vejo durante a semana. O cartaz do post é sempre do filme que eu mais gostei.

Quer ver minhas críticas passadas? CLIQUE AQUI

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Entrevista com Caetano

Pedrão em mais um de seus vídeos....

Charge do dia

Como(quase)sempre, do Ryotiras

BACK FROM THE DEAD


Sim, eu ainda estou vivo (em contrapartida não sei se alguém ainda acessa isso aqui)...

Entrei numa fase meio em que enchi de escrever pro blog, mas agora bateu aquela vontade de retomar essa porra, até pq agosto é o mês de aniversário do blog...

We're back baby, we're back...

sábado, 7 de maio de 2011

Psymorés

Não é à toa que, no Brasil, Comédia MTV é uma das únicas coisas que salvam....



"This robalo is delicious..." AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Royal Mail

Eu sei que é um post bobo, mas precisamos retornar à vida neste blog depois do lançamento do filme...

Ontem chegou lá no escritório uma correspondência do Reino Unido, relativo a um caso em que estamos trabalhando, e eu fiquei impressionado com o selo, com o tanto que é bonito... a foto não ficou muito boa, mas dá um confere ae...

"clica na imagem, seu britânico"


Por uma melhor definição, clica AQUI

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Wanted: A Western Pequi

FINALMENTE!!!!

Tae o lançamento do mundialmente esperado "Wanted: A Western Pequi"

charge do dia

Séculos que eu não colocava um Cyanide and Happiness aqui....

quarta-feira, 30 de março de 2011

Libertadoooooooooooooooooooores

Eu sei, são dois vídeos seguidos, mas eu rolei de rir qdo vi isso no Globo Esporte hj...



"Los graaaaandes equipos.... Libertadooooooooooooores"

E os policiais não deixando jogar papel higiênico é mto comédia...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ponte Aérea Connection

Reza a lenda que o pessoal do Manhatan Connection viu esse vídeo e gostou...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Pêsames....

Pelo estagiário que foi demitido....




Eu bem que desconfiava do Joel....

sexta-feira, 18 de março de 2011

Vertigo

Desde ontem na parede do meu escritório....



"clica na imagem, seu corpo que cai"

Meme do dia

Pra variar, é do comixed....

sexta-feira, 11 de março de 2011

Wanted: A Western Pequi

Finalmente saiu o trailer principal do meu próximo filme, Wanted: A Western Pequi...

Pode até parecer mentira, mas o lançamento será msm dia 1° de abril.

Meme do dia

Ai ai esse Comixed...

Oscar 2011

Adnet é mto foda....

quinta-feira, 10 de março de 2011

Shampoo sem sal


Tava vendo uma propaganda na tv de que lançaram um novo shampoo, com uma fórmula sem sal...

Mas perae... SHAMPOO TEM SAL?

Filmes da(s) semana(s)* (23/02 a 08/03)

As críticas estão meio mequetrefes, mas vá lá... quem lê isso aqui msm?


127 horas (127 Hours, EUA/Reino Unido, 2010, Dir.: Danny Boyle, 94 min): Baseado na historia real de Aron Ralston, que ficou 127 horas preso numa rocha enquanto escalava, tendo que amputar o próprio braço para não morrer. A grande façanha deste filme está em manter a atenção do público, já que a ação do filme ocorre basicamente num único local, e nesse sentido o filme é dotado de um ritmo e de uma edição maravilhosas (apesar de que aqui e ali a edição fica um pouco brega, como na parte em que ele fica tirando fotos pelo caminho. A atuação de James Franco também é fundamental para que o filme funcione, mostrando uma energia e vigor (ao contrário de seu estado "chapado" que apresentou no Oscar), além de racionalismo e um certo estoicismo. A cena em que ele corta os ligamentos dói na alma. 4 estrelas.

Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right, EUA, 2010, Dir.: Lisa Cholodenko, 106 min): É costume nos últimos anos a Academia indicar uma comédia ao prêmio de melhor filme. Se não fosse por isso, eu talvez não me interessasse em assistir Minhas Mães e Meu Pai; e pra dizer a verdade, eu não ia perder muita coisa não. O filme até que parte de uma premissa interessante, que é a de dois garotos, criados por lésbicas, que foram inseminadas pelo mesmo doador de sêmem, e que agora desejam conhecer o pai. Apesar de seus momentos engraçados e das atuações muito boas de Mark Ruffalo (o cara que se descobre um pai amável e que é sensível) e de Annette Benning (a lésbica "homem da casa", que gosta dum goró e é meio estourada), o problema, pra mim, é que todo mundo é certinho demais, muito politicamente correto; além disso, não há veracidade no envolvimento da personagem de Julianne Moore com o de Mark Ruffalo; e o final "todo casamento é difícil mas a gente supera os problemas" é tão clichê que te desanima. 3 estrelas.

Inverno da Alma (Winter's Bone, EUA, 2010, Dir.: Debra Granik, 100 min): Tocante história sobre uma garota que precisa achar seu pai, ou corpo dele, para que não tenham a casa tomada pela Justiça. O filme se escora basicamente na atuação de Jennifer Lawrence, que foi indicada ao Oscar de melhor Atriz, minimalista e correta, Jennifer consegue exprimir tanto a ousadia de sua personagem, em sair à procura do pai num ambiente hostil, como sua insegurança e medo diante dos perigos que encontra. A direção também é muito bem conduzida, fazendo com que os expectadores sintam toda a opressão daquele pedaço de terra esquecido por Deus, em que as pessoas tem que começar a traficar para sobreviver. Destaque ainda para as atuações de John Hawkes e Dale Dickey. 5 estrelas.

Cría Cuervos (idem, Espanha, 1976, Dir.: Carlos Saura, 110 min): Filme sobre uma pequena garota que relembra pedaços de sua infância após a morte de seus pais, é uma espécie de tratado sobre a vida na Espanha à época do Ditador Franco, em que a vida era reprimida, e os segredos eram necessários para se manter uma espécie de vida. Boa atuação da pequena Ana Torrent. 4 estrelas.

E Sua Mãe Também (Y Tu Mamá También, México, 2001, Dir.: Alfonso Cuarón, 106 min): Por conter elevado teor sexual, além de conversas pesadas, este filme pode ser menos palatável para plateias mais sensíveis, mas a verdade é que tanto as cenas como os diálogos são extremamente necessários para mostrar a vida dos adolescentes que só querem saber de sexo e drogas, e que acabam numa jornada de descobertas, tanto das verdadeiras amizades como da própria sexualidade. 4 estrelas.

Onde Vivem os Monstros (Where the Wild Things Are, EUA/Alemanha, 2009, Dir.: Spike Jonze, 101 min): Baseado em um famoso livro (lá nos EUA pelo menos), Onde Vivem os Monstros é uma bela alegoria sobre os conflitos, medos e sonhos da infância. Vivendo com a mãe divorciada e a irmã mais velha que não lhe dá atenção, Max gosta de se divertir, brincar, mas se ressente da falta de atenção da mãe, da irmã. Após uma discussão com a mãe, Max foge e acaba indo parar numa ilha onde vivem os tais monstros. Só que cada monstro reflexo de um aspecto de sua personalidade, e no processo de conviver com os monstros, aprende a importância da família e compreensão. E o fato de os monstros serem enormes pessoas em fantasias e não animações digitais foi importantíssimo para conferir autenticidade ao filme. 4 estrelas.

A Origem (Inception, EUA/Reino Unido, 2010, Dir.: Christopher Nolan, 148 min): CRÍTICA AQUI. 5 estrelas.

O Profeta (Un Prophète, França/Itália, 2009, Dir.: Jacques Audiard, 155 min): Maravilhoso filme francês que mostra a ascensão de um pequeno meliante de origem árabe ao statuss de grande criminoso. Passado quase inteiramente dentro de uma prisão, o filme demonstra como na maioria dos casos o sistema penitenciário acaba, ao invés de ressocializar, é aprofundando os problemas que o levaram lá em primeiro lugar. A Atuação de Tahar Rahim é singular, conseguindo exprimir o medo, a raiva e a inteligência de quem faz tudo para atingir seus interesses. 5 estrelas.

Em Busca da Vitória (Vision Quest, EUA, 1985, Dir.: Herold Becker, 105 min):  Uma mistura de Rocky com Karatê Kid, é um exemplo de filme da década de 80, descompromissado, com cortes rápidos em estilo video-clipe. Vocês já viu esse filme, só o tema que era diferente. Mas ainda assim, diverte. 3,5 estrelas.

O Rio da Aventura (The Big Sky, EUA, 1952, Dir.: Howard Hawks, 140 min): Mais um dos clássicos tipos de filme que o Hawks gostava de fazer, com homens em uma missão árdua por uma terra perigosa. Embora não chegue ao nível de Rio Vermelho ou Onde Começa o Inferno, este filme é muito bom para vermos certas tradições dos EUA à época, ademais, Hawks foi corajoso ao "permitir" o relacionamento de um branco com uma índia, o que à época ainda era (ainda deve ser) mal visto. Não gostei da atuação do Kirk Douglas, sempre sorrindo, o cara tá com um ferimento de bala no corpo e tá rindo. 3,5 estrelas.

*Os filmes da semana são mini-críticas, altamente pessoais e subjetivas, sobre os filmes que eu vejo durante a semana. O cartaz do post é sempre do filme que eu mais gostei.

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terça-feira, 8 de março de 2011

Dia internacional da mulher

Como já é tradição aqui do blog, um enorme parabéns pras mulheres, esses seres complicados e intrigantes, sem os quais nós não conseguiríamos viver....